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Como Escolher um Bairro e Condomínio ...
A segurança é um dos principais fatores na escolha de um imóvel. Para famílias com crianças, idosos ou pessoas que chegam tarde em casa, a localização e a estrutura do condomínio influenciam diretamente a tranquilidade, a rotina e a qualidade de vida. Porém, escolher um bairro seguro em Ribeirão Preto não significa apenas procurar uma região conhecida ou um condomínio com câmeras. É importante avaliar a rua, a iluminação, o movimento do entorno, os acessos e os procedimentos adotados pelo condomínio. Nenhum bairro ou empreendimento é totalmente livre de riscos. Por isso, a decisão de comprar ou alugar um imóvel deve ser feita com atenção e visitas presenciais. Segurança vai além do nome do bairro Um mesmo bairro pode apresentar características diferentes de uma rua para outra. Um imóvel localizado próximo a avenidas movimentadas possui uma rotina diferente de outro situado perto de terrenos vazios ou em uma rua com pouca iluminação. Antes de escolher, observe: iluminação das ruas e calçadas; movimentação durante o dia e à noite; terrenos vazios ou imóveis abandonados; facilidade de acesso às principais avenidas; proximidade de comércios e serviços; conservação das vias e dos espaços públicos; movimento nos fins de semana. Também é importante visitar o endereço em horários diferentes e conversar com moradores ou comerciantes próximos. Bairros para pesquisar em Ribeirão Preto Não existe um ranking definitivo que permita garantir quais são os bairros mais seguros de Ribeirão Preto. A segurança pode variar conforme a rua, o condomínio e as condições do entorno. Famílias que procuram imóveis com portaria, controle de acesso e condomínios estruturados costumam pesquisar bairros e regiões como: Jardim Botânico; Bosque das Juritis; Jardim Canadá; Jardim Irajá; Jardim São Luiz; Jardim Nova Aliança; Nova Aliança Sul; Jardim Olhos d’Água; Vila do Golf; condomínios fechados em Bonfim Paulista. Essas regiões podem servir como ponto de partida para quem procura imóveis na Zona Sul de Ribeirão Preto, mas cada endereço e empreendimento deve ser avaliado individualmente. Como escolher um condomínio seguro? Um condomínio pode ter câmeras, portões e cercas, mas ainda apresentar vulnerabilidades quando faltam manutenção, treinamento ou regras claras. A segurança depende da combinação entre estrutura, procedimentos e participação dos moradores. Controle de acesso Verifique como o condomínio identifica: moradores; visitantes; entregadores; prestadores de serviço; funcionários; veículos não cadastrados. Pergunte se a entrada depende da autorização do morador e se existe registro de acesso. Portaria presencial ou remota Os dois modelos podem funcionar bem, desde que existam procedimentos claros. Na portaria presencial, observe o treinamento dos funcionários. Na portaria remota, verifique se há plano de contingência para quedas de energia, internet ou falhas no sistema. Entrada da garagem Analise: funcionamento dos portões; iluminação; câmeras; identificação dos veículos; tempo de abertura e fechamento; controle de veículos de visitantes. Garagens com portões lentos ou pouca iluminação merecem atenção. Câmeras e monitoramento Pergunte se as câmeras estão funcionando, quais áreas são monitoradas e por quanto tempo as imagens ficam armazenadas. Ter câmeras instaladas não significa que todo o condomínio esteja adequadamente protegido. Funcionários e moradores Funcionários precisam saber como liberar visitantes, receber encomendas e agir em situações suspeitas. Os moradores também devem evitar compartilhar senhas, controles de acesso ou permitir a entrada de pessoas sem identificação. O que perguntar ao síndico? Durante a visita, procure saber: Como funciona a entrada de visitantes? Prestadores são cadastrados? As câmeras estão funcionando? O condomínio possui plano para quedas de energia? Os funcionários recebem treinamento? Existem projetos para melhorar a segurança? Há problemas frequentes com portões ou iluminação? Como o síndico se comunica com os moradores? As atas das assembleias também podem mostrar discussões sobre furtos, falhas de acesso, troca de portaria e investimentos em segurança. Condomínios horizontais e apartamentos Nos condomínios de casas, observe: extensão dos muros; áreas próximas a terrenos ou matas; rondas internas; iluminação; monitoramento das ruas; controle de trabalhadores e prestadores. Nos apartamentos, verifique: acesso aos elevadores; circulação entre garagem e áreas internas; portas das escadas; iluminação dos corredores; janelas e varandas em andares baixos; comunicação com a portaria. Cada tipo de imóvel exige uma análise diferente. E as casas de rua? Em imóveis fora de condomínios, avalie: iluminação da fachada; visibilidade da entrada; portões e fechaduras; acesso à garagem; altura dos muros; janelas voltadas para a rua; movimento dos imóveis vizinhos; possibilidade de instalar câmeras e alarmes. A organização da vizinhança também pode contribuir para a prevenção. Sinais de alerta durante a visita Algumas situações merecem atenção: portões abertos; visitantes entrando sem identificação; câmeras quebradas; iluminação insuficiente; cercas danificadas; ausência de regras para entregadores; controles ou senhas compartilhados; terrenos abandonados próximos; reclamações frequentes dos moradores. Um imóvel bonito pode perder atratividade quando o condomínio apresenta problemas de gestão ou segurança. Segurança também influencia a valorização A percepção de segurança pode afetar a procura por imóveis para compra e locação. Condomínios organizados, com acesso controlado, boa manutenção e procedimentos claros, tendem a transmitir mais confiança aos interessados. Por outro lado, falhas frequentes, portões quebrados e ausência de controle podem aumentar o tempo de vacância e dificultar a negociação. Checklist antes de comprar ou alugar Antes de fechar negócio, confirme: Você visitou o imóvel durante o dia e à noite? Conversou com moradores ou comerciantes? Observou a iluminação e o movimento da rua? Entendeu como funciona a portaria? Verificou portões e câmeras? Perguntou sobre ocorrências recentes? Conheceu as regras do condomínio? Avaliou o acesso à garagem? Conferiu as condições do entorno? O imóvel atende às necessidades de segurança da sua família? Perguntas frequentes Quais são os bairros mais seguros de Ribeirão Preto? Não existe uma classificação definitiva. A segurança deve ser analisada conforme a rua, a iluminação, a movimentação, o entorno e a estrutura do condomínio. Morar em condomínio fechado garante segurança? Não. O condomínio pode reduzir alguns riscos, mas equipamentos, manutenção, funcionários treinados e colaboração dos moradores precisam funcionar juntos. Portaria 24 horas é mais segura? Pode ser um diferencial, desde que os profissionais sejam treinados e os procedimentos sejam cumpridos. Portaria remota é segura? Pode ser, desde que possua equipamentos confiáveis e plano de contingência para falhas de energia ou internet. A Zona Sul de Ribeirão Preto é uma boa opção para famílias? A região possui diferentes bairros e condomínios procurados por famílias. Porém, cada endereço deve ser analisado individualmente. Conclusão Escolher um bairro e condomínio seguro em Ribeirão Preto exige mais do que procurar uma região conhecida ou um prédio com câmeras. É necessário conhecer o entorno, visitar o endereço em horários diferentes e entender como funcionam a portaria, os portões e os procedimentos de acesso. Na hora de comprar ou alugar, contar com uma imobiliária que conheça os bairros e condomínios ajuda a comparar localização, estrutura e necessidades da família. A Boulevard Imobiliária é especialista na Zona Sul de Ribeirão Preto e está entre as melhores e mais bem avaliadas imobiliárias da cidade. Nossa equipe acompanha as visitas e auxilia clientes na escolha de casas, apartamentos e condomínios alinhados às suas necessidades de localização, conforto e segurança. --- Artigo atualizado em 07 de agosto de 2026. --- Clique e acesse: » Cadastre seu imóvel» Comprar» Alugar» WhatsApp: (16) 98153-1209» Telefone: (16) 3516-7767» Endereço: Avenida Presidente Vargas, 716, Jardim Sumaré, Ribeirão Preto, SP Acesse agora: Instagram | Facebook | TikTok | YouTubeLeia Também: Locação Temporária no Airbnb em Ribeirão Preto: Vacância, Desgaste e Regras dos Condomínios Seguro Residencial e Comercial: Como Proteger Seu Imóvel Contra Vendaval, Incêndio e Outros Desastres Carregador para Veículos Elétricos em Condomínios: Direitos, Regras e Benefícios Temporal em Ribeirão Preto: Saiba Quem Deve Pagar os Danos e Quem Procurar Jardim Botânico ou Jardim Nova Aliança: Qual Bairro Combina Mais com Você? Jardim Nova Aliança: Descubra Por Que Este é Um dos Bairros Mais Desejados da Zona Sul de Ribeirão Preto Quanto do Salário Deve Ser Destinado ao Aluguel? Saiba Como Encontrar o Equilíbrio Ideal Seu Imóvel Está Perdendo Dinheiro Parado? Descubra Como Transformar Patrimônio em Renda Copa do Mundo nos Condomínios: Bandeiras, Churrasco, Barulho e os Limites da Comemoração Quer comprar ou alugar? Conte com a Imobiliária Boulevard! Fontes consultadas Polícia Militar do Estado de São Paulo: orientações sobre segurança em condomínios. Polícia Militar do Estado de São Paulo: Programa Vizinhança Solidária e ações preventivas. Prefeitura de Ribeirão Preto: informações sobre ações de segurança e atuação da Guarda Civil Metropolitana.
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Locação Temporária no Airbnb em Ribei...
A locação temporária ganhou espaço entre investidores que compram apartamentos, studios e imóveis mobiliados com o objetivo de gerar renda por meio de estadias curtas. O valor da diária pode parecer mais atrativo do que o aluguel convencional. Porém, antes de investir, é necessário analisar as regras do condomínio, a demanda real da região, os períodos de vacância, os custos de operação e a depreciação provocada pela alta rotatividade. Em cidades como Ribeirão Preto, a procura não depende apenas do turismo de lazer. A cidade possui forte presença nos setores de saúde, educação, serviços, inovação, eventos e negócios, fatores que podem gerar demanda por hospedagens temporárias durante diferentes períodos do ano. O que é Airbnb? O Airbnb é uma plataforma digital que conecta pessoas interessadas em reservar acomodações a proprietários, empresas ou responsáveis por imóveis disponíveis para estadias. Por meio da plataforma, os chamados anfitriões podem anunciar casas, apartamentos, studios, quartos privativos e outros tipos de acomodação. Já os hóspedes pesquisam os imóveis conforme a cidade, o período da estadia, o preço e as comodidades oferecidas. É importante destacar que Airbnb não é uma modalidade jurídica de locação. Trata-se de uma empresa que atua como plataforma de intermediação entre anfitriões e hóspedes. As estadias anunciadas podem apresentar características de locação por temporada, mas o enquadramento de cada situação dependerá do prazo, da forma de utilização do imóvel, dos serviços oferecidos, da frequência de entrada e saída de hóspedes e das regras do condomínio. Por isso, anunciar um imóvel no Airbnb não elimina a necessidade de verificar: a Lei do Inquilinato; a convenção e o regulamento interno do condomínio; as decisões tomadas em assembleia; as regras municipais aplicáveis; as responsabilidades do proprietário; os custos e riscos envolvidos na operação. Para o investidor, o Airbnb funciona como um canal para divulgar o imóvel e administrar reservas, mas a viabilidade da locação temporária em Ribeirão Preto precisa ser analisada de forma mais ampla, considerando a demanda, a vacância, a depreciação e as regras do empreendimento. O que é locação por temporada? A Lei do Inquilinato considera locação para temporada aquela destinada à residência temporária do locatário, por motivos como lazer, realização de cursos, tratamento de saúde, obras no imóvel ou outras situações com prazo determinado. O contrato pode ter duração máxima de 90 dias. Quando o imóvel é mobiliado, deve conter uma relação dos móveis e utensílios, com a descrição de seu estado de conservação. Entretanto, é importante diferenciar a locação por temporada tradicional das estadias de curtíssima duração, com entradas e saídas frequentes por meio de plataformas digitais. O condomínio pode impedir estadias de curta duração? Antes de comprar um imóvel pensando em locação temporária, o investidor precisa verificar a convenção, o regulamento interno e as decisões das assembleias do condomínio. Em maio de 2026, a Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o uso de imóveis em condomínios residenciais para estadias de curta duração, como aquelas intermediadas por plataformas digitais, exige que a mudança de destinação seja aprovada por pelo menos dois terços dos condôminos. O STJ também destacou que a alta rotatividade pode afetar a segurança e o sossego dos moradores. Portanto, não basta encontrar um apartamento bem localizado. O investidor deve confirmar, antes da compra: se o condomínio permite essa modalidade; se existe prazo mínimo de permanência; como funciona o cadastro dos hóspedes; se há restrições ao uso das áreas comuns; quem responde por multas e danos; se a portaria possui estrutura para controlar a rotatividade. Comprar primeiro e verificar as regras depois pode tornar o investimento inviável. A locação temporária vale a pena em Ribeirão Preto? Ribeirão Preto não depende principalmente do turismo de lazer, como ocorre em cidades de praia ou destinos turísticos tradicionais. Mesmo assim, a cidade possui outras fontes de demanda temporária. A estrutura local de saúde, educação, inovação, serviços e realização de eventos pode atrair: estudantes e profissionais que participam de cursos; médicos, residentes e profissionais da saúde; pacientes e familiares em tratamento; consultores e executivos de outras cidades; profissionais envolvidos em projetos temporários; visitantes de feiras, congressos e eventos; familiares de pessoas que se mudaram para estudar ou trabalhar; pessoas que precisam permanecer na cidade por algumas semanas ou meses. A Prefeitura apresenta Ribeirão Preto como polo regional de economia, saúde, educação, serviços e eventos. A cidade possui ampla rede de ensino superior, hospitais, empresas e atividades empresariais, além de receber feiras e eventos de alcance nacional e internacional. Isso significa que pode existir demanda para locação temporária, mas ela não será igual em todos os bairros, prédios ou épocas do ano. E a locação temporária na Zona Sul de Ribeirão Preto? A Zona Sul de Ribeirão Preto pode ser interessante para investidores por concentrar condomínios modernos, serviços, centros comerciais, hospitais, instituições de ensino, restaurantes e importantes avenidas. Entre os bairros que podem entrar na análise estão: Jardim Botânico; Jardim Nova Aliança; Jardim Canadá; Bosque das Juritis; Jardim Califórnia; Condomínio Itamaraty; Vila do Golf; Nova Aliança Sul. O investidor não deve escolher apenas pelo nome do bairro. É necessário verificar a localização específica do imóvel e sua proximidade com os pontos que realmente geram demanda. Um apartamento próximo a hospitais, faculdades, centros empresariais, shoppings ou corredores de acesso pode atender melhor pessoas que vêm para cursos, tratamentos, consultorias, compromissos profissionais ou visitas familiares. O que analisar antes de comprar um imóvel para locação temporária? Regras do condomínio Esse deve ser o primeiro ponto. Confirme se a atividade é permitida antes de apresentar uma proposta de compra. Demanda durante o ano inteiro Não considere apenas períodos de grandes eventos. Verifique se existe procura também nos meses comuns. Um imóvel pode ter ótima ocupação durante uma feira ou congresso e permanecer vazio por várias semanas depois. Perfil do imóvel Studios e apartamentos compactos podem ser mais fáceis de administrar, mas é necessário entender qual público a região recebe. Avalie: quantidade de quartos; vaga de garagem; ar-condicionado; internet; cozinha equipada; lavanderia; portaria; elevador; facilidade de acesso; proximidade com serviços. Custos de mobília e preparação A locação temporária exige um imóvel pronto para uso. O investimento pode incluir móveis, eletrodomésticos, utensílios, roupas de cama, internet, fechadura, decoração e equipamentos de cozinha. Esses valores precisam entrar no cálculo da rentabilidade. Administração da operação O proprietário precisará cuidar de reservas, atendimento aos hóspedes, entrada e saída, limpeza, manutenção e resolução de imprevistos. Quando a gestão é terceirizada, a taxa de administração também deve ser considerada. Possibilidade de locação convencional Antes de comprar, verifique se o imóvel também possui boa demanda para locação residencial tradicional. Ter uma segunda estratégia permite que o proprietário mude de modalidade caso a ocupação temporária seja menor do que o esperado ou o condomínio altere suas regras. A alta rotatividade aumenta a depreciação do imóvel? A locação temporária pode acelerar o desgaste do imóvel porque diferentes pessoas utilizam os ambientes, os móveis e os equipamentos ao longo do mês. Os itens mais sujeitos à depreciação são: colchões e sofás; roupas de cama e banho; utensílios; eletrodomésticos; aparelhos de ar-condicionado; fechaduras e controles; pintura; móveis planejados; torneiras, chuveiros e instalações hidráulicas. O investidor deve reservar parte da receita para manutenção preventiva, limpeza, reposição de objetos e renovação da mobília. Uma diária elevada perde parte de sua vantagem quando o proprietário precisa fazer reparos e substituições com frequência. Como a vacância afeta a rentabilidade? Na locação temporária, a vacância representa os dias em que o imóvel permanece disponível, mas não recebe hóspedes. O proprietário não deve calcular o retorno apenas multiplicando o valor da diária pelos 30 dias do mês. Raramente todos os dias estarão ocupados durante o ano inteiro. A ocupação pode variar conforme: época do ano; eventos realizados na cidade; preço da diária; localização; avaliações dos hóspedes; concorrência; regras do condomínio; qualidade das fotos; quantidade mínima de diárias; estrutura oferecida pelo imóvel. Mesmo vazio, o imóvel continua gerando despesas como condomínio, IPTU, energia mínima, internet, manutenção e administração. Por isso, o indicador mais importante é a receita líquida anual, depois de descontados todos os custos e os períodos sem reservas. Quais despesas precisam entrar no cálculo? Antes de investir, considere: condomínio e IPTU; água, energia, gás e internet; taxas das plataformas; limpeza e lavanderia; administração das reservas; reposição de utensílios; manutenção e pequenos reparos; troca de móveis e eletrodomésticos; períodos de vacância; tributos aplicáveis; custo inicial da mobília. O valor recebido nas reservas não representa o lucro final do proprietário. Locação temporária ou locação convencional? A locação temporária pode ser interessante quando o imóvel está bem localizado, o condomínio permite a atividade, existe procura recorrente e o proprietário possui estrutura profissional para administrar a operação. Já a locação convencional tende a oferecer: maior previsibilidade mensal; menor rotatividade; menos despesas com limpeza; menor necessidade de atendimento diário; menor desgaste da mobília; gestão mais simples. O melhor modelo dependerá do perfil do imóvel e do objetivo do investidor. Em alguns casos, a diária da locação temporária pode ser maior, mas a locação convencional oferece uma receita líquida mais estável. Por isso, as duas alternativas devem ser comparadas antes da compra. Checklist para o investidor Antes de comprar um imóvel para locação temporária, verifique: O condomínio permite estadias curtas? Existe demanda fora das épocas de eventos? Quem é o público da região? Quanto custará mobiliar o imóvel? Qual será o custo mensal completo? Quantos dias de ocupação serão necessários para cobrir as despesas? Quem administrará as reservas e a limpeza? Qual será o impacto da manutenção e da depreciação? O imóvel também possui potencial para locação convencional? A receita líquida esperada justifica o investimento? Perguntas frequentes A locação temporária é permitida em todos os condomínios? Não. O investidor deve consultar a convenção, o regulamento interno e as decisões das assembleias antes de comprar ou anunciar o imóvel. Ribeirão Preto possui procura por estadias temporárias? Pode existir procura relacionada a saúde, estudos, cursos, negócios, consultorias, eventos, trabalhos temporários e visitas familiares. A demanda varia conforme a localização e o período do ano. A Zona Sul é uma boa região para essa modalidade? Pode ser, especialmente em imóveis próximos a hospitais, instituições de ensino, centros comerciais, empresas e importantes vias de acesso. Cada empreendimento precisa ser analisado individualmente. A diária mais alta garante maior lucro? Não. É necessário descontar vacância, taxas, limpeza, manutenção, contas de consumo, administração e depreciação. A locação temporária desgasta mais o imóvel? A alta rotatividade pode acelerar o desgaste de móveis, equipamentos e acabamentos. Uma gestão cuidadosa e a manutenção preventiva ajudam a reduzir esse impacto. Conclusão A locação temporária em Ribeirão Preto pode ser uma alternativa para investidores, especialmente em regiões com acesso a hospitais, faculdades, empresas, centros comerciais e serviços. Entretanto, o investimento não deve ser decidido apenas pelo valor das diárias. É necessário analisar as regras do condomínio, o perfil da demanda, o tempo de vacância, os custos de operação e a depreciação do imóvel. Na Zona Sul de Ribeirão Preto, a localização pode representar um diferencial, mas cada apartamento e condomínio precisa ser avaliado individualmente. A Boulevard Imobiliária auxilia proprietários e investidores na análise da melhor estratégia para comprar, vender ou alugar imóveis em Ribeirão Preto, comparando o potencial da locação temporária com a segurança e a previsibilidade da locação convencional. Estamos entre as melhores e mais bem avaliadas imobiliárias de Ribeirão Preto e somos especialistas no mercado imobiliário da zona sul da cidade. --- Artigo atualizado em 04 de agosto de 2026. --- Clique e acesse: » Cadastre seu imóvel» Comprar» Alugar» WhatsApp: (16) 98153-1209» Telefone: (16) 3516-7767» Endereço: Avenida Presidente Vargas, 716, Jardim Sumaré, Ribeirão Preto, SP Acesse agora: Instagram | Facebook | TikTok | YouTubeLeia Também: Seguro Residencial e Comercial: Como Proteger Seu Imóvel Contra Vendaval, Incêndio e Outros Desastres Carregador para Veículos Elétricos em Condomínios: Direitos, Regras e Benefícios Temporal em Ribeirão Preto: Saiba Quem Deve Pagar os Danos e Quem Procurar Jardim Botânico ou Jardim Nova Aliança: Qual Bairro Combina Mais com Você? Jardim Nova Aliança: Descubra Por Que Este é Um dos Bairros Mais Desejados da Zona Sul de Ribeirão Preto Quanto do Salário Deve Ser Destinado ao Aluguel? Saiba Como Encontrar o Equilíbrio Ideal Seu Imóvel Está Perdendo Dinheiro Parado? Descubra Como Transformar Patrimônio em Renda Copa do Mundo nos Condomínios: Bandeiras, Churrasco, Barulho e os Limites da Comemoração Morar Sozinho Está em Alta em Ribeirão Preto: O Que Isso Significa Para Quem Compra, Aluga ou Investe em Imóveis? Quer comprar ou alugar? Conte com a Imobiliária Boulevard! Fontes consultadas Lei nº 8.245/1991, Lei do Inquilinato, com as regras da locação para temporada. Superior Tribunal de Justiça, decisão da Segunda Seção sobre estadias de curta duração em condomínios residenciais. Prefeitura de Ribeirão Preto, informações sobre economia, ensino superior, saúde, serviços, inovação e eventos no município. Fundação Instituto Polo Avançado da Saúde de Ribeirão Preto, informações sobre o ecossistema de saúde, tecnologia, universidades e empresas.
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Seguro Residencial e Comercial: Como ...
O forte temporal que atingiu Ribeirão Preto em 24 de julho de 2026 mostrou como um evento climático pode causar, em poucos minutos, danos em telhados, janelas, fachadas, instalações elétricas, móveis, equipamentos e veículos. Segundo a CPFL Paulista, o temporal apresentou rajadas de vento acima de 120 km/h e provocou a queda de mais de 250 árvores em Ribeirão Preto, causando danos severos à rede elétrica e a diversos imóveis. Diante de situações como essa, cresce a importância do seguro residencial, do seguro empresarial e do seguro condominial. Porém, apenas contratar um seguro não é suficiente. É fundamental entender exatamente quais riscos estão cobertos, quais estão excluídos e qual é o limite da indenização. Seguro de imóvel cobre qualquer desastre natural? Não necessariamente. Cada seguro possui suas próprias coberturas, limites, franquias e exclusões. A Susep esclarece que riscos cobertos são aqueles expressamente previstos no contrato, enquanto os riscos excluídos não serão indenizados, salvo quando houver uma cobertura adicional específica. Por isso, não se deve concluir que um imóvel está protegido contra vendaval, granizo, alagamento ou inundação apenas porque possui um seguro. A cobertura para alagamento e inundação, por exemplo, não é obrigatoriamente incluída em todos os seguros residenciais, empresariais ou condominiais. É necessário verificar as condições contratadas na apólice. Quais coberturas devem ser verificadas? A cobertura mais comum nos seguros patrimoniais compreensivos é a proteção contra: incêndio; queda de raio; explosão. Outras proteções podem ser contratadas de forma adicional, dependendo da seguradora e das características do imóvel: vendaval; granizo; alagamento ou inundação; danos elétricos; quebra de vidros; desmoronamento; impacto de veículos; roubo ou furto; responsabilidade civil. A Susep apresenta essas coberturas entre as mais frequentemente oferecidas nos seguros residenciais, mas reforça que elas precisam estar previstas no contrato para serem válidas. Por que a cobertura para vendaval merece atenção? Muitas pessoas acreditam que danos provocados pelo vento estão automaticamente incluídos no seguro contra incêndio, mas isso não deve ser presumido. Para que prejuízos causados por rajadas de vento, destelhamentos, quedas de árvores, danos em portas, janelas ou fachadas sejam indenizados, a apólice precisa incluir a cobertura correspondente e atender às condições definidas pela seguradora. Também é importante verificar: como a apólice define vendaval; quais partes do imóvel estão protegidas; se existem bens excluídos; qual é a franquia; qual é o limite máximo da indenização; se danos provocados pela entrada de água após o destelhamento estão incluídos; quais documentos serão exigidos no aviso do sinistro. A cobertura e os critérios podem variar de uma apólice para outra. Seguro residencial: o que pode ser protegido? O seguro residencial é destinado a casas e apartamentos utilizados como moradia habitual ou de veraneio. Ele pode proteger a estrutura da unidade e, conforme a contratação, também o seu conteúdo, incluindo móveis, eletrodomésticos e outros bens. Antes de contratar, verifique se o seguro contempla: somente a edificação; somente os bens existentes no imóvel; edificação e conteúdo; equipamentos eletrônicos; móveis planejados; vidros e esquadrias; responsabilidade civil familiar; despesas emergenciais previstas na apólice. É recomendável manter fotos, notas fiscais e uma relação atualizada dos bens de maior valor. Seguro comercial e empresarial O seguro empresarial pode ser contratado para lojas, escritórios, clínicas, restaurantes, depósitos, galpões e outros imóveis comerciais. Os seguros compreensivos possuem estrutura modular, permitindo que as coberturas sejam escolhidas conforme as necessidades e os riscos de cada atividade. O responsável pelo imóvel ou pela empresa deve confirmar se a apólice protege: a edificação; móveis e equipamentos; computadores e aparelhos eletrônicos; máquinas; estoque e mercadorias; vidros e fachadas; danos elétricos; responsabilidade civil; prejuízos decorrentes de eventos climáticos. Em um imóvel comercial, não basta analisar apenas o valor da construção. Os equipamentos, mercadorias e a própria atividade desenvolvida no local também devem ser considerados na contratação. Seguro do condomínio substitui o seguro do apartamento? Não. O seguro condominial protege principalmente a edificação e as áreas comuns, podendo abranger o conjunto das unidades conforme as condições da apólice. Já o seguro residencial pode proteger o conteúdo e os interesses particulares de cada morador. O Código Civil determina que o condomínio deve contratar seguro para toda a edificação contra incêndio ou destruição total ou parcial. Isso não significa, porém, que todos os eventos climáticos ou todos os bens dos moradores estarão cobertos. O condômino deve verificar se precisa de uma proteção complementar para: móveis e eletrodomésticos; reformas realizadas no apartamento; equipamentos pessoais; responsabilidade civil; danos elétricos; vidros da unidade; despesas não cobertas pelo seguro condominial. Analise os riscos climáticos da região O seguro deve considerar não apenas o tipo de imóvel, mas também as características da região onde ele está localizado. Antes de contratar ou renovar a apólice, avalie se o local está sujeito a: vendavais; chuvas intensas; alagamentos; enchentes; queda frequente de raios; granizo; deslizamentos; incêndios em vegetação; períodos de estiagem e queimadas. O Cemaden disponibiliza mapas, dados de monitoramento e alertas relacionados a riscos de desastres naturais em diferentes regiões brasileiras. Essas informações, somadas aos registros da Defesa Civil e do município, podem ajudar o proprietário a compreender melhor os riscos do local. Em Ribeirão Preto, o temporal recente reforçou que a cobertura contra vendaval e danos elétricos merece atenção, inclusive em regiões que não costumavam ser associadas a ocorrências dessa intensidade. A importância de ler toda a apólice A Susep recomenda que o consumidor leia atentamente a proposta e as condições gerais, com atenção especial às garantias, aos riscos excluídos e às limitações dos direitos do segurado. Antes de assinar ou renovar, verifique: Riscos cobertos Confira exatamente quais eventos estão incluídos. Riscos excluídos Leia em quais situações a seguradora poderá negar a indenização. Bens protegidos Veja se a cobertura inclui somente a construção ou também móveis, equipamentos, estoque e outros bens. Limite máximo de indenização Esse é o valor máximo que poderá ser pago para cada cobertura contratada. Franquia A franquia corresponde à parte do prejuízo que deverá ser suportada pelo próprio segurado. Endereço e utilização do imóvel A apólice deve indicar corretamente se o imóvel é residencial, comercial, alugado, desocupado ou utilizado para determinada atividade. Alterações no imóvel Reformas, ampliações, mudança de atividade ou instalação de novos equipamentos podem alterar o risco e devem ser comunicadas à seguradora. E nos imóveis alugados? Nos imóveis alugados, o contrato deve indicar quem será responsável pela contratação e pelo pagamento do seguro. A Lei do Inquilinato estabelece que o prêmio do seguro complementar contra incêndio é responsabilidade do proprietário, salvo quando houver disposição expressa em contrário no contrato de locação. Mesmo quando o seguro é pago pelo inquilino, é necessário verificar: quem é o segurado indicado na apólice; quais danos estão cobertos; se os bens do inquilino estão protegidos; quem receberá a indenização; quem deve comunicar o sinistro; quais obrigações estão previstas no contrato. O seguro contratado pelo proprietário para proteger a estrutura não cobre automaticamente os móveis e objetos particulares do locatário. O que fazer quando ocorrer um sinistro? Quando o imóvel for atingido por um evento coberto, o primeiro passo é garantir a segurança das pessoas. Depois: Registre os danos com fotos e vídeos. Comunique a seguradora ou o corretor o mais rápido possível. Solicite e guarde o protocolo do aviso de sinistro. Não descarte os bens danificados antes da orientação da seguradora. Guarde notas fiscais, recibos, laudos e orçamentos. Realize somente reparos emergenciais necessários para impedir o agravamento dos danos. Registre as despesas emergenciais. A Susep orienta que o sinistro seja comunicado à seguradora tão logo o segurado tenha conhecimento da ocorrência. Checklist antes de contratar ou renovar Antes de escolher um seguro residencial ou comercial, confirme: O seguro possui cobertura para incêndio? Inclui vendaval e granizo? Inclui alagamento ou inundação? Cobre danos elétricos? Protege vidros, portas e janelas? A edificação e o conteúdo estão segurados? O limite de indenização é suficiente? Existe franquia? Há bens ou situações excluídas? Os dados e a utilização do imóvel estão atualizados? A seguradora é autorizada pela Susep? As condições contratuais também podem ser consultadas no sistema da Susep utilizando o número do processo informado na apólice ou na proposta. Perguntas frequentes Todo seguro residencial cobre vendaval? Não. A cobertura deve estar expressamente incluída na apólice. Seguro contra incêndio cobre alagamento? Não automaticamente. Incêndio e alagamento são riscos diferentes e podem exigir coberturas separadas. O seguro do condomínio cobre os móveis do apartamento? Em geral, o seguro condominial protege a edificação e as áreas comuns. O morador deve verificar se precisa de seguro próprio para seus móveis e objetos pessoais. Imóveis comerciais precisam de um seguro diferente? Sim. O seguro deve considerar a atividade desenvolvida, o valor dos equipamentos, os estoques e os riscos específicos da empresa. Quem paga o seguro de um imóvel alugado? Depende do contrato. A Lei do Inquilinato atribui ao proprietário o seguro complementar contra incêndio, salvo disposição contratual expressa em contrário. Conclusão Os recentes eventos climáticos demonstram que proteger um imóvel exige mais do que contratar a opção mais barata. O seguro deve ser escolhido conforme o tipo de imóvel, sua localização, sua utilização, os bens existentes e os riscos climáticos da região. Antes de contratar ou renovar, leia atentamente a apólice, as coberturas, as exclusões, as franquias e os limites de indenização. Em caso de dúvida, solicite esclarecimentos por escrito à seguradora ou a um corretor de seguros habilitado. A Boulevard Imobiliária acompanha as mudanças e tendências que impactam proprietários, inquilinos, compradores e investidores do mercado imobiliário de Ribeirão Preto. Estamos entre as melhores e mais bem avaliadas imobiliárias de Ribeirão Preto e somos especialistas no mercado imobiliário da zona sul da cidade. --- Artigo atualizado em julho de 2026. --- Clique e acesse: » Cadastre seu imóvel» Comprar» Alugar» WhatsApp: (16) 98153-1209» Telefone: (16) 3516-7767» Endereço: Avenida Presidente Vargas, 716, Jardim Sumaré, Ribeirão Preto, SP Acesse agora: Instagram | Facebook | TikTok | YouTubeLeia Também: Carregador para Veículos Elétricos em Condomínios: Direitos, Regras e Benefícios Temporal em Ribeirão Preto: Saiba Quem Deve Pagar os Danos e Quem Procurar Jardim Botânico ou Jardim Nova Aliança: Qual Bairro Combina Mais com Você? Jardim Nova Aliança: Descubra Por Que Este é Um dos Bairros Mais Desejados da Zona Sul de Ribeirão Preto Quanto do Salário Deve Ser Destinado ao Aluguel? Saiba Como Encontrar o Equilíbrio Ideal Seu Imóvel Está Perdendo Dinheiro Parado? Descubra Como Transformar Patrimônio em Renda Copa do Mundo nos Condomínios: Bandeiras, Churrasco, Barulho e os Limites da Comemoração Morar Sozinho Está em Alta em Ribeirão Preto: O Que Isso Significa Para Quem Compra, Aluga ou Investe em Imóveis? Os Benefícios de Morar Próximo ao Ribeirão Shopping Quer comprar ou alugar? Conte com a Imobiliária Boulevard! Fontes consultadas Superintendência de Seguros Privados, Susep: informações sobre seguro residencial, seguro compreensivo, riscos cobertos, exclusões, limites e aviso de sinistro. Susep: orientações sobre seguros de danos patrimoniais em eventos climáticos e necessidade de consultar as coberturas da apólice. Presidência da República: Código Civil e Lei do Inquilinato. Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, Cemaden: mapas, monitoramento e alertas de riscos de desastres naturais. CPFL Paulista: informações oficiais sobre o temporal que atingiu Ribeirão Preto e região em 24 de julho de 2026.
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Carregador para Veículos Elétricos em...
Com o crescimento dos veículos elétricos e híbridos plug-in, aumenta também a procura por pontos de recarga em condomínios residenciais e comerciais. Essa estrutura pode oferecer mais comodidade aos moradores, funcionários e clientes, além de se tornar um diferencial na escolha de imóveis. Porém, a instalação de um carregador exige planejamento, avaliação da rede elétrica e cumprimento das normas de segurança. O morador pode instalar um carregador na própria vaga? No Estado de São Paulo, a Lei Estadual nº 18.403/2026 assegura ao condômino o direito de instalar, por sua própria conta, uma estação individual de recarga para veículo elétrico em sua vaga de garagem privativa, tanto em edifícios residenciais quanto comerciais. (Alesp) Para isso, devem ser respeitados alguns requisitos: compatibilidade com a carga elétrica da unidade; cumprimento das normas da distribuidora de energia e da ABNT; instalação por profissional habilitado; emissão de ART ou RRT; comunicação formal prévia ao condomínio. Isso significa que o morador não pode simplesmente instalar uma tomada ou passar cabos pela garagem sem projeto e sem avisar o síndico. O condomínio pode proibir a instalação? O condomínio não pode estabelecer uma proibição genérica para carregadores instalados em vagas privativas. Entretanto, poderá exigir adequações ou recusar o projeto quando existir uma justificativa técnica ou de segurança devidamente fundamentada e documentada. A convenção do condomínio também pode definir: como o pedido deve ser apresentado; quais documentos serão exigidos; padrões técnicos para as instalações; regras de medição do consumo; responsabilidades por manutenção e eventuais danos. (Alesp) O direito à instalação não elimina a obrigação de preservar a segurança da edificação e das áreas comuns. Quem paga a instalação e a energia? Quando o carregador atende exclusivamente uma vaga privativa, os custos são do condômino interessado. Essas despesas podem incluir: equipamento de recarga; projeto elétrico; mão de obra especializada; cabos e dispositivos de proteção; ART ou RRT; sistema de medição; eventuais adequações na rede elétrica. A energia consumida também deve ser paga pelo usuário. O consumo pode ser ligado diretamente à unidade, registrado por medidor individual ou calculado por um sistema de cobrança do condomínio. Os moradores que não utilizam o carregador não devem pagar pelo consumo particular de outros usuários. E quando o carregador é compartilhado? Condomínios residenciais e comerciais podem instalar estações de recarga compartilhadas para moradores, visitantes, clientes ou funcionários. Nesse caso, o condomínio deverá definir: quem poderá utilizar o equipamento; como será feita a cobrança; tempo máximo de permanência na vaga; responsabilidade pela manutenção; regras de reserva; divisão dos custos da instalação. A ANEEL permite que qualquer interessado desenvolva atividades de recarga de veículos elétricos, inclusive para exploração comercial, com preços livremente negociados. Isso possibilita a instalação de carregadores pagos em empresas, estacionamentos e condomínios comerciais. (Serviços e Informações do Brasil) O inquilino pode instalar um carregador? O inquilino precisa de autorização prévia e por escrito do proprietário. A Lei do Inquilinato determina que o locatário não pode modificar a forma interna ou externa do imóvel sem o consentimento do locador. Também deve cumprir a convenção e o regulamento interno do condomínio. (Planalto) Antes da instalação, proprietário e inquilino devem definir por escrito: quem pagará o equipamento; quem ficará responsável pela manutenção; como será cobrada a energia; se o carregador permanecerá no imóvel; o que acontecerá ao término da locação. Em imóveis administrados por uma imobiliária, o pedido deve ser formalizado para análise e autorização do proprietário. Segurança deve ser prioridade Um carregador para veículo elétrico não deve ser tratado como uma simples tomada instalada na garagem. O Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo orienta que as instalações sigam normas técnicas como: ABNT NBR 5410, sobre instalações elétricas de baixa tensão; ABNT NBR 17019, relacionada à alimentação de veículos elétricos; ABNT NBR IEC 61851-1, sobre sistemas de recarga condutiva. O órgão também orienta que a instalação seja acompanhada por documento de responsabilidade técnica emitido por profissional habilitado. (Corpo de Bombeiros SP) Regras específicas de segurança contra incêndio para garagens com pontos de recarga estão passando por processo de atualização e regulamentação no Estado de São Paulo. Por isso, antes da instalação, o condomínio e o responsável técnico devem consultar as normas vigentes e as orientações mais recentes do Corpo de Bombeiros. Pode ser necessário aumentar a carga elétrica? Dependendo da potência e da quantidade de carregadores, a estrutura elétrica do prédio pode não ser suficiente. A CPFL Paulista informa que a alteração de carga deve ser solicitada quando novos equipamentos aumentam a necessidade elétrica da instalação. Um profissional habilitado deverá analisar o imóvel e indicar possíveis adequações no padrão de entrada, disjuntores e demais componentes. (CPFL) Em condomínios com vários veículos elétricos, também pode ser necessário utilizar um sistema de gerenciamento de carga, que controla a energia disponível e evita sobrecargas. Benefícios para condomínios residenciais e comerciais Uma infraestrutura adequada para veículos elétricos pode proporcionar: maior comodidade aos usuários; carregamento enquanto o veículo permanece estacionado; redução de ligações improvisadas; medição individual do consumo; melhor organização da infraestrutura elétrica; preparação do condomínio para novas demandas; diferencial para venda ou locação dos imóveis. Em condomínios comerciais, os carregadores também podem funcionar como um serviço adicional para funcionários, clientes e visitantes. A presença do equipamento não garante valorização automática, mas pode tornar o imóvel mais atrativo para quem já possui ou pretende adquirir um veículo elétrico. Novos empreendimentos deverão estar preparados A Lei Estadual nº 18.403/2026 também determina que os empreendimentos imobiliários com projetos aprovados após sua entrada em vigor prevejam, em seus sistemas elétricos, uma capacidade mínima para futuras estações de recarga. Os detalhes técnicos dessa obrigação ainda dependem de regulamentação do Poder Executivo estadual. (Alesp) Essa mudança mostra que a infraestrutura para veículos elétricos tende a se tornar parte do planejamento dos novos condomínios residenciais e comerciais. Passo a passo antes de instalar Confirme se a vaga é privativa. Comunique formalmente o síndico ou a administradora. Contrate um profissional habilitado. Solicite a avaliação da capacidade elétrica. Elabore o projeto e providencie ART ou RRT. Defina como o consumo será medido. Verifique se será necessário aumentar a carga. Consulte as normas vigentes do Corpo de Bombeiros. Guarde projetos, autorizações, laudos e notas fiscais. Perguntas frequentes O condomínio pode proibir todos os carregadores? Não. Em vagas privativas, uma eventual recusa deve possuir justificativa técnica ou de segurança fundamentada e documentada. Quem paga a instalação? Quando o carregador é individual, o custo fica com o proprietário ou condômino interessado. Quem paga a energia? O usuário do veículo. O consumo deve ser individualizado ou reembolsado conforme as regras do condomínio. O inquilino pode instalar sem autorização? Não. É necessária a autorização prévia e por escrito do proprietário, além da comunicação ao condomínio. Condomínios antigos podem receber carregadores? Sim, desde que um estudo técnico confirme a viabilidade e indique as adequações necessárias. Uma tomada comum pode ser usada para recarregar o veículo? A instalação deve seguir as especificações do fabricante, as normas técnicas e o projeto elaborado por profissional habilitado. Soluções improvisadas podem causar riscos à instalação e à edificação. Conclusão Os pontos de recarga para veículos elétricos em condomínios já fazem parte das novas necessidades do mercado imobiliário. No Estado de São Paulo, o proprietário de uma vaga privativa possui o direito de instalar um carregador por sua conta, desde que cumpra as exigências técnicas, apresente ART ou RRT e comunique previamente o condomínio. Para os síndicos, o ideal é estabelecer um procedimento claro, com padrões técnicos, medição individual e documentação. Para proprietários, compradores e investidores, uma vaga preparada para recarga pode representar mais comodidade e um diferencial na escolha do imóvel. A Boulevard Imobiliária acompanha as tendências do mercado e auxilia clientes que procuram imóveis para comprar, vender ou alugar em Ribeirão Preto. Estamos entre as melhores e mais bem avaliadas imobiliárias de Ribeirão Preto e somos especialistas no mercado imobiliário da zona sul da cidade. --- Artigo atualizado em julho de 2026. --- Clique e acesse: » Cadastre seu imóvel» Comprar» Alugar» WhatsApp: (16) 98153-1209» Telefone: (16) 3516-7767» Endereço: Avenida Presidente Vargas, 716, Jardim Sumaré, Ribeirão Preto, SP Acesse agora: Instagram | Facebook | TikTok | YouTubeLeia Também: Temporal em Ribeirão Preto: Saiba Quem Deve Pagar os Danos e Quem Procurar Jardim Botânico ou Jardim Nova Aliança: Qual Bairro Combina Mais com Você? Jardim Nova Aliança: Descubra Por Que Este é Um dos Bairros Mais Desejados da Zona Sul de Ribeirão Preto Quanto do Salário Deve Ser Destinado ao Aluguel? Saiba Como Encontrar o Equilíbrio Ideal Seu Imóvel Está Perdendo Dinheiro Parado? 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(CPFL) Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo: parecer técnico sobre o processo de regulamentação de garagens e locais com Sistemas de Alimentação de Veículos Elétricos. (Corpo de Bombeiros SP)
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